Depoimentos Pacientes que já passaram pela embolização apresentam seu ponto de vista.

Suzanne Jacob Serruya * - Brasilia - DF

Ter acesso a uma tecnologia de última geração, segura e eficaz, permitiu recuperar minha vida saudável com um mínimo de incômodo. Por dois anos realmente "sofri" com hemorragias por causa de miomas. Junto com este quadro a anemia permanente, o desânimo de enfrentar uma cirurgia, e como ginecologista sabia das desvantagens. Após a embolização, em uma semana estava em minha rotina e o melhor de tudo, na primeira menstruação tudo estava normal: o fluxo, sem cólicas e sem anemia. Embora não pretenda mais ter filhos, sou jovem e permanecer com meu útero e menstruando normalmente foi muito importante. A ciência médica evolui para ser cada vez menos invasiva e mais segura e esta cirurgia é um exemplo do futuro.

* Suzanne Jacob Serruya é médica ginecologista e trabalhou no Ministério da Saúde em Brasília.




Vera Lucia A. M. Lacerda

Descobri que tinha mioma em junho de 2000, quando engravidei. Por causa do mioma a gestação não teve sucesso.
Depois de fazer ultrason, a médica que faria o meu pré-natal decidiu retirar o útero, pois segundo ela, não tinha mais o que fazer.
Saí do consultório meio atordoada e resolvida a procurar outro médico, quando me falaram da Dra. Wanda P. de Morais, que gentilmente me recebeu e começou a tratar do meu problema. Foi feita a curetagem e ela me disse que faria tudo que estivesse a seu alcance para eu não perder o útero. Dias depois comecei um tratamento com LUPRON DEPOT, durante seis meses. Este diminuiu um pouco, mas logo os miomas voltaram a crescer. Em maio de 2001, foi marcada uma cirurgia para retirada dos miomas ou parte deles, porém antes fui submetida a uma laparoscopia para ver se realmente havia possibilidade de retirar os miomas sem danificar o útero. Infelizmente não foi possível, pois os miomas eram muito grandes e se fosse realizada não daria para reconstituí-lo e certamente eu iria perde-lo. Como não tenho filhos ainda, minha médica achou melhor esperar.
A essa altura eu sentia muitas dores na região pélvica e um desconforto muito grande no período pré-menstrual. Meses depois voltei ao consultório da Dra. Wanda, para exames de rotina, quando a encontrei entusiasmadíssima e me disse que acabara de participar de um Congresso sobre "EMBOLIZAÇÃO DE MIOMA".
Fui encaminhada imediatamente para o Dr. Néstor H. Kisilevzky (o médico do congresso), que me recebeu muito bem e me explicou o que seria " Embolização de Miomas".
Fiz então os exames e foi marcada a cirurgia para o dia 12/07/2002.
Fui internada de manhã e à tarde foi feita e Embolização. No dia seguinte recebi alta e dois dias depois voltei a vida normal. Menos de um mês já não sentia mais dores e nem desconforto. Antes de fazer a Embolização meu útero media 1001,3cm3(cc). Depois de fazer um novo ultrason em 10/12/2002 esse volume reduziu para 612,8cm3(cc). Estou me sentindo bem e logo pretendo engravidar.





Heloísa Martins - São Paulo

Tenho 42 anos e passei pelo procedimento de embolização das artérias uterinas em 2002, em janeiro de 1999 já havia passado por uma miomectomia sem resultados satisfatórios.
O meu maior problema foram as hemorragias que começaram no inicio de 2002, já estava com cirurgia marcada para a histerectomia quando tomei conhecimento do procedimento via internet, achei interessante e resolvi tentar.
Passei em consulta com o Dr. Néstor Hugo relatei que o meu maior problema sempre foram as hemorragias, passei pelo procedimento em 04.07.02 com uma recuperação ótima, em 3 dias já havia retornado a minha rotina normal.
Hoje faço acompanhamento através de ultrassonografia o tamanho dos miomas e do meu útero estão regredindo lentamente, mas felizmente o meu ciclo retornou ao normal e não sofro mais com hemorragia.





Suzana Souza - São Paulo

Espero que o meu depoimento seja útil. Pois o resultado pra mim, foi o que aconteceu de melhor na minha saúde.





Elaine C. Garbato - São Paulo

Após vários anos controlando 03 miomas em proporções razoáveis localizados em várias partes do meu útero e sofrendo com dores durante o ato sexual e com dores abdominais resolvi recorrer a uma nova prática cirúrgica menos agressiva chamada " embolização de miomas ". Recorri a nova técnica após várias pesquisas e consultas e o resultado foi em virtude de tempo de recuperação ser somente 1 dia de hospitalização e também não seria necessário abrir a barriga, sofrer pequenos cortes no útero e depois de tudo isso ficar com a cicatriz da cirurgia e a margem de possíveis problemas eram menores de 3%.
Na minha idade de 38 anos que ainda não tive filhos não quis correr o risco de ficar com meu útero todo sensível devido aos cortes e sofrer uma ruptura do mesmo no caso de uma gravidez futura.
A cirurgia foi ótima, com os cateteres introduzidos pôr uma pequena incisão na minha perna que não foi necessário nem pontos. Nos exames feitos de 3 em 3 meses após a embolização dos miomas foi constatado que começaram a regredir. É claro que não se trata de uma regressão rápida do tamanho dos miomas, mas já pude constatar a diferença pouco tempo depois com bem menos dores que sentia com relação a antes e também bem menos cólicas.
No dia seguinte a cirurgia já saí andando normalmente sem nenhuma dor, a anestesia foi geral sem grandes traumas e hoje não me arrependo do método escolhido e já éindiquei para parentes e amigas.




Mônica Kfouri - São Paulo

Prezado Doutor,
Quero deixar registrado meu depoimento a respeito da embolização pela qual passei e do resultado obtido após esta intervenção.
Em 2001 comecei a apresentar muita hemorragia durante o período menstrual, a ponto de estar em algum local e de repente vir uma cólica e sentir jorrar pelas pernas. Depois de alguns meses, comecei também a ter fortes dores nas pernas, um peso muito grande e não conseguia mais andar como estava acostumada. Depois começou a aumentar minha barriga e as pessoas começaram a achar que eu estava grávida. Meu estômago aumentou e eu me sentia diariamente “inchada”, como se tivesse comido uma feijoada! Sensação extremamente desconfortável!
Consultei um ginecologista e este me encaminhou para exames e foi detectado três miomas do lado esquerdo de meu útero. Imediatamente ele quis marcar cirurgia para retirada do útero, dizendo que eu poderia vir a ter um câncer.
Eu fui para casa inconformada em sofrer uma “mutilação”. E eu uso este termo, porque foi assim que eu me senti: alguém queria mutilar meu útero por causa de mioma.
Como não sabia nada sobre Mioma, consultei a Internet e foi então que descobri o método que o Dr. Néstor utilizava e que não haveria corte algum, nem perda de meu útero. Fiz a consulta, os exames e em 2002 me submeti a esta intervenção.
Além de não ter sentido dor alguma, de não ter sido cortada e nem ter perdido meu útero, após esta intervenção não tive mais problema algum. Me corpo foi voltando à forma anterior, minhas pernas não doeram mais, a hemorragia cessou e minha menstruação voltou ao normal.
Quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a imensa atenção que o Dr. Néstor me deu e a forma carinhosa como conduziu todo o tratamento. E é claro, dizer que estou muito feliz com meu útero intacto e recomendar às mulheres que estejam com este problema, que se dêem a chance de uma consulta e conheçam este tratamento excepcional.




Florisbela Cordeiro - Salvador - BA

Ha vários anos vinha tendo períodos menstruais incômodos devido a quantidade de sangre que tornava meus dias impossíveis. Consultei meu ginecologista quem após ver os exames me disse que estava com mioma no útero é que a solução seria uma cirurgia para tirar fora o útero. Embora já tenha uma única filha de 12 anos, a idéia de perder o útero me deixou apavorada. Um dia li no jornal que estava acontecendo em Salvador um congresso onde foi mostrada uma nova cirurgia menos traumática para tratamento de mioma. Informei-me que o Dr. Nestor tinha vindo de São Paulo para fazer esta cirurgia no Hospital São Rafael e mostrado para os participantes do congresso de radiologia por teleconferência.
Consegui o endereço e mandei um e-mail para o Dr. Nestor que após analisar o caso, me disse que a embolização estaria indicada.
Assim, fui para São Paulo numa quarta feira, na quinta fiz uma consulta e alguns exames, internei e operei na sexta, no sábado tive alta, no domingo fui passear por São Paulo, na segunda retornei a consulta e na terça estava novamente em Salvador.
A cirurgia foi imperceptível, tive apenas uma cólica discreta no pós-operatório e saí do hospital do jeito que entrei, caminhando!
Fiquei na dúvida se realmente teriam feito mesmo a cirurgia até que tive a seguinte menstruação. A mudança foi surpreendente. E quando realizei ultra-som para controle me dei conta o porque, o meu útero tinha reduzido até quase o tamanho normal.
Hoje só uma mulher muito mais feliz que antes da embolização. O Dr. Nestor e toda a sua equipe estão de Parabéns!




Lúcia A. da Silva - São Paulo – SP

Meu nome é Lúcia Ap. da Silva, estou com 43 anos sou casada e tenho 3 filhos.
Eu fiz a embolização com 41 anos, apresentava mioma uterino, não era muito grande, mas tinha períodos menstruais muito dolorosos e com sangramento de proporções absurdas.
Após a embolização tudo ficou ótimo, pois não senti mais dores e a menstruação voltou ao normal. Agora sinto-me segura.
Antes, nos períodos menstruais eu ficava de repouso e praticamente não levantava da cama pois o sangramento era muito intendo.
A embolização é um procedimento rápido e seguro.
Fui muito bem tratada pelas equipes do hospital Santa Catarina e pela equipe do Dr. Néstor.
Hoje graças a embolização estou muito bem e me sinto outra mulher.




Ivani A Oliveira - São Paulo

A idéia de ter meu útero retirado foi um choque. Depois de consultar 5 ginecologistas e fazer horas de buscas na internet veio a solução: embolização. Um dia de internação
e um pequeno curativo na virilha. Nada de cirurgia. Chorei de alegria depois da
primeira ressonância após embolização: todos os miomas estavam mortos e reduzindo de
tamanho. Nada mais de cólicas horríveis, nada mais de sangramentos excessivos, nada
mais de coágulos enormes durante a menstruação, adeus dores abdominais, adeus pressão
na bexiga. Ainda me emociono quando falo do assunto e continuo a expalhar a notícia a
todos os que quiserem me ouvir. Obrigada Dr Nestor.
Tem minha autorização para divulgar em parte ou no todo, mencionar meu nome, meu
diagnóstico, detalhes de meus exames, e o que mais for necessário.

Muito obrigada







Cláudia Karem de Oliveira - São Paulo - SP

Depois de 7 anos de convivência com miomas, o que representou uma cirurgia, três tratamentos diferentes à base de hormônios, anticoncepcionais, altíssimas doses de antiinflamatórios, duas anemias fortes, acunpuntura, fisioterapia, terapia ortomolecular, cirurgia espiritual e muito desgaste, cheguei ao meu limite físico e psicológico.
Meu ciclo mesntrualdurava 19 dias, e minha menstruação já chegava a até 15 dias, ou seja, passava mais de 75% dos meus dias menstruada. O meu fluxo já era tão intenso que eu comecei a usar fraldas descartáveis, pois os absorventes super às vezes não duravam nem 30 minutos. Era tão impressionante que por mais que eu fale não conseguirei expressar. Eu estava literalmente caindo aos pedaços. Em várias noites achei que acordaria num hospital, no meio de uma transfusão de sangue.
Depois de tantas tentativas mal sucedidas e diante de duas opções: uma nova cirurgia, que representava o risco de uma estereoctomia, ou um novo tratamento hormonal, que apenas protelaria a cirurgia, mas não representava uma solução e sim desgaste, efeitos colaterais desagradáveis e uma grande despesa, estava completamente desorientada. Lembrei-me então de um novo tratamento, do qual tinha ouvido falar numa matéria, havia alguns meses, mas que por ser novo havia me causado um certo medo na ocasião. Resolvi me informar mais a fundo sobre essa tal Embolização de Miomas. Procurei o Dr. Néstor, no Hospital Santa Catarina, que me explicou detalhadamente o procedimento, suas possibilidades e também os seus riscos.
Pensei muito, pois por ser uma coisa nova me causava bastante insegurança. Procurei outras opiniões, umas contra e outras a favor, e depois de algum tempo decidi por esse procedimento, porque no fundo ele me parecia eficiente e inovador.
Voltei a procurar a equipe, e a partir desse dia deixei de tomar remédios para anemia. Fiz todos os exames pré-operatórios. Tudo ok.
No dia 1º de fevereiro, pela manhã fizemos a Embolização que durou por volta de uma hora. À noite já estava andando e em 24 horas voltei para casa. Minha cicatriz não teve nenhum ponto e meu curativo era um band-aid.
A Embolização foi muito mais tranqüila - antes, durante e depois - do que a cirurgia que tinha feito anteriormente. O único inconveniente foi uma dor pós-operatória, que foi controlada por medicamentos. A hemorragia foi contida quase que imediatamente e meus ciclos e períodos menstruais foram normalizados.
De lá para cá minha vida qualidade de vida mudou completamente. Não tenho mais nenhum tipo de limitação com relação a isso. Não preciso mais tomar remédios, e minha anemia foi controlada apenas com a alimentação.
Tenho feito o controle periódico e a cada exame constatamos que tanto o volume do útero quanto os miomas têm diminuído satisfatoriamente.
Espero que esta nova técnica se desenvolva com sucesso, para muito mais mulheres, que enfrentam os mesmos problemas que tive, possam ser beneficiadas com esse tratamento.